©TTVerdePt (2000)   

O automóvel e os Automobilistas.

Viaturas automóveis, TT e Ambiente,  que reproduzimos com a autorização de Filipe Castanheira** ..!

Guia prático para a escolha da viatura  ideal

Você é:

Precisa de:

Uma família de cinco pessoas Um carro de cinco portas (toda a gente entra ao mesmo tempo, sem gritos nem empurrões)
Um 
ecologista militante
Um 2 CV
Dois 
ecologistas militantes
Um 4 CV
Um homem de esquerda Um UMM (apesar de tudo, ainda é a única marca de automóveis nacional, a CGTP, a UGT e o PCP sabem que esta é a única maneira de fazer a economia do país andar)
Um Playboy, um desportista ou um claustrofóbico Um carro descapotável
Um funcionário dos CTT Uma autocarimbadora

Regras de ouro para uso do comprador de um carro em segunda mão

  1. Nunca comprar um carro de preço inferior a 50 contos

  2. Nunca comprar o carro do cunhado

  3. Verificar a presença, no veículo, dos seguintes acessórios: 
            Rodas (quatro)
            Carroçaria com tecto (uma)
            Volante
            Motor
            Bancos
            Radio-gravador com altifalantes

  4. Verificar a marca do veículo (um autocolante que diga "Mercedes" pode ocultar uma sigla infame, género "..."

  5. Verificar o uso das válvulas de direcção que devem acusar um jogo de 5 a 7 mm relativamente à capacidade da platina do carburador. É por vezes enganador.

  6. Dar uma volta ao quarteirão antes de comprar. Com o automóvel, claro. Dar uma volta ao quarteirão a pé não serviria para nada. Atenção: à mínima coisa anormal que suceda durante o trajecto (por exemplo, se o motor explodir) solicite um prazo de reflexão. Não será provavelmente uma boa compra

...Lembre-se que o seu carro em segunda mão deve ser alvo de uma inspecção técnica periódica.  (Quinzenal no caso de um...)

Os perigos da condução na cidade
O condutor citadino é a priori simpático. Enquanto os excitados e os maníacos da pontualidade se atropelam nos mais diversos transportes públicos, ele aceita pacificamente a ideia de passar horas a fio dentro do carro.É uma pessoa sensata que gosta de levar o seu tempo a fazer as coisas.  Um ecologista, porque, ao circular lentamente, muito lentamente, reduz ao máximo os dejectos de gás expelidos para atmosfera. E depois tem tempo de sobra para observar o que o rodeia. Os outros automóveis. Os peões apressados na sua irrisória confusão. Os sinais que lhe lembram, não sem uma certa ironia, que a velocidade máxima permitida dentro da cidade é 50 Km/h. As montras de natal. As mulheres polícias (nunca tinha reparado como uma mulher fardada pode ser incrivelmente atraente?). Os prédios. Esses prédios onde vivem algumas centenas de milhar de tipos porreiros, proprietários de carros e que circulam todos à mesma hora.

Os engarrafamentos. 
Ninguém consegue andar. Mas afinal de quem é a culpa dos engarrafamentos? Não consigo acreditar que os engarrafamentos sejam única e exclusivamente devidos à monstruosa concentração de veículos num espaço ridiculamente restrito. Há imensas outras coisas. Os sinais vermelhos, os sentidos únicos, as manifestações, as obras, as saídas de escolas, tudo coisas que deliberadamente fazem parar o trânsito. Isto para não falar nos corredores dos autocarros que agravam ainda mais a confusão geral. Então tem algum jeito que, enquanto os condutores ao volante do seu automóvel circulam a passo de caracol, os taxistas os ultrapassem com olhar de desdém, e que vejam passar os passageiros de autocarro a gozar? Que diabo, até parece que há por aí alguém interessado em favorecer os transportes públicos.

Mas, e além desses, será que não há mais nenhum culpado pela formação de engarrafamentos? É claro que há, e vou passar a apontar-lhes o dedo, sem medo:

Os veículos comerciais.
Os condutores, na sua grande maioria, não são os seus proprietários, o que os torna particularmente perigosos. Entre outras coisas, os veículos comerciais servem para entregar mercadorias. O que faz com que parem nos sítios mais mirabolantes. E se por acaso mostrar o mínimo sinal de impaciência, atiram-lhe à cara com maus modos um: "He pá, não vês que estou a trabalhar, palerma!". É claro que ali, o palerma é você, que não está a trabalhar. Para o condutor de veículos comerciais, você só está ali para buzinar e chatear.

Os maníacos dos telemóveis.
Todos os dias nos demonstram que é rigorosamente impossível conduzir com uma mão e telefonar com a outra. Incapazes de rodar o volante, distraídos, os maníacos dos telemóveis são uns empatas. A única coisa que sabem fazer é impedir os cruzamentos, esquecer-se de arrancar quando cai o verde, e ficarem ali parados com cara de paspalhos, quando bastava que se arredassem um bocadinho para conseguirem passar. E o pior é que nem lhes podemos telefonar para lhes dizer que estão a estorvar: a linha está sempre ocupada.

Os Todo-o-terreno.
Sem prejudicarem verdadeiramente a circulação, tiram a vista com as suas viaturas demasiado altas e largas. Atrás de duas toneladas de ferro, repleto de autocolantes Paris-Dakar, Camel Trophy, ...
não há hipótese de saber se o engarrafamento é causado por um veículo comercial ou por um maníaco dos telemóveis, ou se foi apenas um velhote que foi atropelado na passadeira.


Os condutores de domingo.
Pegam no volante depois de uma semana de metropolitano, pelo que não têm reflexos. Não sabem evoluir em massa nem descobrir uma brecha no trânsito, nem precipitar-se sobre ela sem ter em consideração as regras básicas de prioridade. São como burros velhos numa carga da cavalaria, atrasam toda a gente. Única consolação: só saem ao domingo. E ao sábado. Curiosamente, os condutores de domingo também conduzem ao sábado...

Alguns outros inimigos do condutor citadino

O vândalo.  
É o pior inimigo do automobilista. Escorregadio, ronda, furando os pneus arrancando os retrovisores, os pára-brisas, os pára-choques, os faróis, os bancos, riscando as carroçarias com chave! Patife! 

Quem é ele? Um vizinho invejoso? Um peão repleto de ódio? Um ecologista ? Um membro da UGT ? Em qualquer dos casos, alguém que tem chaves.  

E que detesta carros bonitos. Um conselho: compre um carro feio. Ou camufle-o debaixo de uma camada espessa de porcaria. Não o lave! Encha-o de lama! Melhor ainda: confie-o uma tarde aos pombos.

O ladrão.  
O ladrão esse, adora carros bonitos, mas gosta tanto deles, tanto, tanto, que quer leva-los a todos para casa. Pode proteger-se comprando um carro blindado e seis pastores alemães. Ou um alarme sonoro. Os vizinhos rabugentos vão barafustar, resmungando que um alarme dispara a toda a hora e acorda o quarteirão todo. E você que tem a ver com isso? Será que todo o quarteirão não se pode mobilizar quando se trata de defender um carro? O seu carro?

O larápio. 
Só se interessa por auto-rádios, mas parte os vidros para os roubar. Única solução: arranje um carro sem vidros.

O sinal amarelo intermitente.  
O sinal amarelo intermitente representa, para a condução na cidade, o mesmo que o molho de menta no arroz doce: uma invenção inumana. Ligado durante a noite, de preferência quando está a chover e o piso se encontra ultra-escorregadio, o sinal amarelo intermitente diz-lhe: "Anda, passa, não é preciso parar.", e diz exactamente a mesma coisa, no mesmo momento, ao pobre diabo que vem da direita, da esquerda. O sinal amarelo intermitente é o melhor amigo do bate-chapas.

O duas-rodas.  
Os ciclistas são demasiado lentos, os motociclistas são demasiado rápidos, mas todos se obstinam em infiltrar-se entre os automóveis.
Mais tarde ou mais cedo acabarão, forçosamente por se enfiar debaixo dos seus pneus...

O peão.  
O código da estrada lembra-nos que "o peão é por vezes imprevisível e indisciplinado". E acrescenta: "Um peão deve saber e compreender que um automóvel não pode parar bruscamente, sobretudo com o piso molhado". Tudo isto é muito lindo, mas teria sido muito melhor se o código da estrada aconselhasse os peões a não saírem de casa, ou então que não nos chateassem tanto cada vez que são atropelados por um carro. Só num clima de calma e compreensão mútua se pode estabelecer um diálogo construtivo.

A mulher ao volante.  
Não sou inimigo das mulheres, antes pelo contrário. Senão vejam só: a minha mãe é uma mulher, a minha avó e´ uma mulher. E digo mais, metade dos meus antepassados eram mulheres. Em termos automobilístico, que é aquilo que estamos a discutir neste momento, estou convencido, tal como as seguradoras, que as mulheres conduzem com mais prudência do que os homens e que são mais respeitadoras do código da estrada. E considero perfeitamente normal que as seguradoras consintam reduções extraordinárias de tarifas. Mas, na minha enorme simpatia para com as mulheres, chegaria a ir mais longe. Propunha aqui a criação de zonas urbanas exclusivamente reservadas às mulheres! Sim, ruas ladeadas de boutiques chiques, de lojas super-bem, onde as nossas queridas mulherzinhas pudessem estacionar em dupla e tripla fila, de se atropelarem como doidas, de abrir as portas às cegas, de fazer aquilo que bem lhes apetecesse, como de costume. Mas sem incomodarem ninguém.

Tipos de pessoas que se encontram na estrada

Primeira categoria: Os perigos públicos.

O Envelope-Surpresa.  
Dotado de uma licença de condução passada por um qualquer examinador brincalhão ou desiludido, o Envelope-Surpresa julga que sabe conduzir. Está enganado. Pode, a qualquer momento, engatar a marcha-atrás em vez da quinta e ir de encontro a si, ou então, premir o pedal da embraiagem em vez do travão ou interpretar um sentido giratório ao contrário, ou passar um sinal vermelho, ou só Deus sabe o que mais. É pavoroso!

O Rei da Estrada.  
Reconhece-se facilmente um Rei da Estrada pelos sinais de luzes. Privem um Rei da Estrada dos faróis e vê-lo-ão encolher-se como uma minhoca soltando gritinhos histéricos. Um espectáculo bastante repulsivo, na minha opinião. É totalmente desaconselhado circular na via esquerda da auto-estrada, reservada em exclusivo aos Reis da Estrada, sobretudo se não conduzir um BMW, um GTI qualquer, um bruto Mercedes ou um bólide tipo Ferrari ou Porsche. É uma falta de gosto. Os Reis da Estrada não são maus tipos, mas também convém não exagerar!
A maior parte dos Reis da Estrada acaba, no entanto, por se estatelar mais tarde ou mais cedo, e é um alívio para toda a gente.


Segunda categoria: Os Chatos

O Lento.  
Particularmente penosos, o Lento mantém sempre a calma ao volante, o que enerva os outros. Claro que não avança (donde o seu nome), leva horas a arrancar quando cai o sinal verde e pede um recibo na portagem. Se todas as outras filas avançarem menos a sua, é porque nela existe um Lento. Buzine!

O Malvado.  
Igualmente temível, o Malvado recua quando a fila avança, tenta manobras inconcebíveis no meio da circulação, mete-se repetidamente à sua frente bloqueando-lhe a passagem... Um Malvado é impossível de localizar até ao momento em que comete bruscamente uma manobra perigosa diante dos seus olhos, tal como fazer inversão de marcha numa via de sentido único. É terrível.

O Perdido.  
Atenção! Alerta máximo! Não apenas porque o Perdido é lento, porque procura o seu caminho, mas também porque é imprevisível! Um Perdido pode, a qualquer momento, virar à direita! Ou à esquerda! Não sabemos! Ele também não! Reconhece-se facilmente um Perdido apesar de não ter "nabo" escrito na matrícula. Desconfiar particularmente dos estrangeiros (reconhecem-se pelos dísticos E, F, GB, D, NL, etc..), ainda mais perdidos que os perdidos domésticos. Atenção! O Perdido pode fazer-lhe sinal para lhe pedir informações. Se o vir baixar o vidro, faça de conta que não vê! Vai perguntar-lhe como se vai para Freixo de Espada à Cinta. Acelere!

Os Cumpridores do Código.  
Sacanas de um raio que agem ao abrigo da Lei, os Cumpridores do Código circulam a 90Km/h, travam para deixar passar os peões e respeitam a prioridade. Resultado: ficamos surpreendidos e vamos ao encontro deles. Com todos os prejuízos que isso implica. Mais um agravamento do seguro. Obrigado, Senhores Cumpridores do Código!

As Mulheres.  
Coloquemos de imediato a questão neste pé: não tenho nada contra as mulheres. Há algumas que até são impecáveis. Conheço muitas, e algumas são bestiais. Nada a dizer. Alguns dos meus melhores amigos até são casados com mulheres. Não me podem acusar de parcialidade! Bom.
Correm toda a espécie de ditos sobre a Mulher ao volante, e por isso quero aqui exprimir a minha posição: uma Mulher ao volante pode ser tão chata e um perigo tão constante como qualquer outro condutor! Mais, ainda! Bravo, minhas senhoras! Continuem!



Terceira categoria:Os Distraídos

O Pai de Família.  
O Pai de família é um condutor normal que, por qualquer motivo (fim-de-semana, férias, almoço em casa dos sogros), é obrigado a transportar toda a família no seu automóvel. Pobre tipo. Quando a fila avança, a filha mais nova está a vomitar pela janela de trás, ou ele próprio a distribuir bofetadas pela canalha para acabar com o barulho de trumpete que lhe estoira os ouvidos desde que saíram de casa. Na estrada, a viatura do Pai de Família pode guinar bruscamente ou deter-se por qualquer razão absurda (vontade de fazer chichi, choros, perda de boneca através do vidro aberto). Felizmente, o veículo do Pai de Família detecta-se a léguas: monovolume, carrinha, crianças a fazer caretas no banco de trás, porta-bagagens no tejadilho. Mude imediatamente de fila.

O Batedor.  
O Batedor está equipado com um auto-rádio. Uma instalação, de preferência P..., duas vezes quarenta watts, com equalizador e tudo mais. Embalado pelo ritmo, o Batedor começa por bater com os dedos no volante, depois no espelho retrovisor interior como se fossem pratos, e finalmente percorre o tablier. Enquanto isso, voltou a cair o sinal vermelho.

O Leitor. 
Especialista em engarrafamentos, o Leitor aproveita para ler o correio, o jornal, o guia turístico, o panfleto publicitário que lhe puseram no pára-brisa no parque de estacionamento hipermercado, qualquer coisa. Quando a fila avança, não reage, e um espertinho da fila do lado aproveita para lhe passar à frente. Como esta atitude é inadmissível, buzina-lhe histericamente para lhe chamar a atenção. O Leitor responde-lhe então com um ar muito simpático: "Pronto, pronto, tenha calma."
Outra variedade de Leitor: o Leitor de Mapa de Estradas. Atenção trata-se de um Perdido procurando orientar-se. Duplamente perigoso.


O Ranhoso. 
Muito frequente nos semáforos vermelhos, o Ranhoso aproveita a paragem para tirar macacos do nariz. Por mais fácil que seja a extracção, esquece-se de arrancar quando cai o verde.


Quarta categoria (e mais difundida):Os nervosos.

O Espertinho Saloio. 
Preso num engarrafamento ou numa auto-estrada bloqueada, o Espertinho Saloio, sempre em cima do acontecimento, não perde a mínima ocasião de ganhar uns centímetros preciosos. Ignorando o retrovisor, o sinal de pisca e outros acessórios supérfluos, é especialista em enfiar o seu veículo no espaço deixado vago por um Lento ou por um Leitor. Acontece por vezes que dois Espertinhos Saloios se enfiem em simultâneo no mesmo espaço. O choque é então inevitável.

O Buzinador. 
Excessivamente crispado, o Buzinador não tolera a mínima falta de atenção por parte do condutor da viatura que o precede, nem a menor hesitação, nem o que quer que possa retardar o seu avanço. A mais pequena falta é de imediato sancionada com buzinadelas irritadas, acompanhada por grandes gestos exaltados. Pode acontecer que o Buzinador, verdadeiramente exasperado baixe o vidro para melhor definir o seu pensamento. Torna-se então um sub-género do Manda-Bocas, de vocabulário variado, do estilo: "Piii! Avança! Piii! Anormal! Besta! Piii!"
O melhor que há a fazer, na presença de um Buzinador, ou pior ainda, de um Manda-Bocas, é avançar. E depois, também é verdade, estacionar a bloquear o trânsito, ficando parado como um imbecil. Anormal!


O Carapau de Corrida. 
Dentro da categoria dos nervosos perigosos, o Carapau de Corrida merece uma especial atenção. Movido por um profundo instinto de justiça bem como por uma obsessão desportiva, o Carapau de Corrida, obstina-se em sancionar sem dó nem piedade qualquer falta cometida em seu redor. Por exemplo, a ultrapassagem. Os Carapaus de Corrida não são maus rapazes, mas não gostam de ser ultrapassados. Ficam completamente doidos! Mói-lhes o juízo. Se ultrapassar um Carapau de Corrida, verá que ele se lhe cola de imediato à traseira fazendo sinais de luzes, armado em Rei da Estrada, e que não tardará a ultrapassá-lo travando de seguida, pois o Carapau de Corrida é muito brincalhão.

O Amigo da Cacetada.
Líder incontestado dos nervosos, o Amigo da Cacetada manifesta-se nos grandes ajuntamentos de nervosos do estilo regresso de fim-de-semana ou Ponte 25 de Abril. Quando o vemos a sair do automóvel, com os olhos injectados de sangue, a boca a salivar e o cacete na mão, geralmente é tarde demais.

Técnicas de "engate" ao volante

É do conhecimento geral que as mulheres bonitas gostam de carros bonitos, o que não quer dizer obrigatoriamente que as mulheres feias gostem de calhambeques. Perguntam vocês, quer dizer então que só os proprietários de bólides têm hipóteses de ser bem sucedidos no engate? Tenham calma, as mulheres são, geralmente, bastante indulgentes, nem todas preferem o luxo. Além disso, não percebem assim muito de carros e são muito influenciáveis. É possível muitas vezes levá-las a tomar uma lata velha por um topo de gama. Note-se no entanto que ao conduzir um determinado tipo de automóvel, está a transmitir uma mensagem implícita à qual nem todas as mulheres são receptivas. 

Por exemplo:

Pretende " engatar" ao volante de um 4x4.
A sua mensagem é brutal e exprime cruamente o desejo impiedoso da grande fera que você é: "Vou explorar as tuas dunas querida. Sei que não vai ser fácil, mas sou o rei do todo-o-terreno, comigo ou vai ou racha!"

Pretende "engatar" ao volante de um carro familiar, uma carrinha, uma caravana de campismo.
A mensagem transmitida é a seguinte: "Bom dia, sou casado e pai de quatro filhos, mas não tenho nada contra dar uma voltinha contigo. O que é que achas, boneca?"

Pretende "engatar" ao volante de um carro desportivo.
Ao fazer rugir o seu motor, pensa exprimir a sua irresistível potência sexual. Infelizmente, arrisca-se a que as mulheres entendam a sua mensagem como "demasiado apressado". 

Pretende "engatar" ao volante de uma lata velha
"Falta de continuidade, suspensões moles, o tipo deve ser impotente ou maricas", este será o diagnóstico de todas as mulheres normalmente constituídas. (restam sempre as outras...)

Pretende "engatar" ao volante de um..(escolha)
A rapariga percebe logo que quer aplicar o golpe da avaria!

Agora sugerimos lhe uma visita detalhada a:

http://alumni.dee.uc.pt/~pipe/humor.htm
  

www.labrego.net 
     

** Com a autorização de Filipe Castanheira, o contributo do "site" LabregoNET,  com uma adaptação mais ou menos livre de várias ideias retiradas dum livro da autoria de Pierre Antilogus e de Jean-Louis Festjens,  alojadas nas páginas dos alunos de Engenharia Electrotécnica da Universidade de Coimbra. Escolhemos excertos que nos pareceram adequados às nossas três temáticas principais: Viaturas automóveis, TT e Ambiente !

05.01.2001

 

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