©TTVerdePt (2000)   

«Jipes renascidos» *
Com os nossos melhores votos para 2003, o último [Zaping] de 2002, respigado de um artigo datado de Setembro de 1999:

"... Aos 61 anos, diverte-se e ganha dinheiro a recuperar os velhinhos Land Rover que a corporação, ciclicamente, vende em leilão, transformando montes de sucata em jipes que fazem as delícias dos entusiastas do todo-o-terreno..."

"..Da sua oficina, no Porto, onde quem entra parece transportado para o cenário de um qualquer filme britânico dos anos 60, saem todas as semanas veteranos senhores das trialeiras para todo o país..." 

«O Land Rover é um dos mais clássicos e puros veículos de todo-o-terreno do mundo», garante, não deixando também de afirmar que há grandes diferenças, não só ao nível do «face lift» mas também de «performance» entre modelos..." 

   
Veja o artigo completo em http://primeirasedicoes.expresso.pt/ed1404/v141.asp

*
Em EXPERSSO (Vidas)sobre Lourenço Pinto, 

Abaixo o 4X4!*
"...É que a máxima "não mexer, apenas ver e ..reter" não é tudo o que se pode fazer pelos parques naturais! Ou melhor: não é nada quando estes são atravessados por jipes. O ruído e a poluição dos motores diesel são sem dúvida prejudiciais às espécies mais sensíveis à presença do homem (p.ex. a águia-de-Bonneli).

É sabido que uma das pragas dos nossos tempos para o ambiente são sem dúvida os TT e as moto 4, fruto de uma cultura materialista do Ter em detrimento do Ser, e do modo de vida citadino que gera o desconhecimento da verdadeira vivência do meio natural, bem patente na sociedade portuguesa, e nos centros urbanos, tipo Sta. Iria de Azóia."

"...E não me venham com a desculpa da manutenção dos trilhos e caminhos pelo pessoal do TT..."

* Nelson Neves Silveira, Torres Vedras.
Fórum Ambiente Número 86,
correio verde,  Dezembro de 2002

Novembro de  2002
Via Verde só para bombaças*
"Achei curioso o que escreveu o Sr. José Alberto, da Parede, publicado na NM de 13 de Outubro(***), A epidemia dos jipes. Porque será que se referiu só às mulheres? Não haverá por acaso homens a conduzi-los? Serão só as mulheres com o nariz levantado e ao telemóvel? E os homens, não? Os pimpolhos barulhentos? É verdade. Existem! Fruto do relacionamento entre mulher e homem. Cabe às mulheres (sexo mais fraco) a responsabilidade, ou o que quiserem chamar-lhe, "carregá-los", levá-los à escola, ir buscá-los, levá-los ao médico, à natação, etc., enfim, tarefas como quase todas as mulheres fazem, além de tratarem da casa, do marido e de irem para o emprego. 
(...)

*Paula C., Matosinhos, no revista Noticias Magazine (24.11.2002)
*** Ler mais abaixo, nesta mesma página, o recorte  A epidemia dos jipes
Outubro  de  2002
Condutores e Estupidez*
"... em Portugal a sinistralidade das nossas estradas é grande devido à estupidez dos condutores. Não é falta de inteligência. É estupidez mesmo.
(...)
" Penso que, se a Prevenção Rodoviária Portuguesa fizesse uma campanha
a atingir um pouco o nosso orgulho próprio, dizendo que muitos
acidentes se dão porque os condutores são estúpidos, conseguia, talvez,
melhores resultados do que os obtidos até agora. Por muito chocante que
seja o anúncio, pensamos sempre que só acontece aos outros! Adaptando
o dito popular: "Se a estupidez pagasse imposto, não tínhamos défice
público. "

*António Pereira, Vila Nova de Gaia, no Jornal  "O PUBLICO" (20.10.2002)
http://jornal.publico.pt/2002/10/20/EspacoPublico/OCRT01.html

 

A epidemia dos jipes *
De há uns anos para cá, as mulheres portuguesas criaram uma nova epidemia: a dos jipes. Elas adoram complicar. Para piorar o trânsito caótico nas grandes cidades, nada melhor que adquiri uma bisarma do tamanho de um camião e conduzi-lo nas horas de ponta. Já olharam para as caras delas? Têm entre os 20 e os quarenta e tal anos, nariz levantado, e ai de nós se pedimos qualquer colaboração no suplicio da condução citadina. Atiram-nos os jipões a milímetros do nosso popó, não dizem nada, mas o seu olhar é de enfado por estarmos a estorvar. Sempre apressadas, até parece que levam alguém para o hospital.  Sozinhas ou com meia dúzia de pimpolhos barulhentos, julgam-se as rainhas da estrada. Ainda está por explicar por que é que mal entram na viatura têm logo que telefonar... e é vê-las num malabarismo de mãos, saindo de uma fila de carros, sorridentes e alheias ao pagode..."

* José Alberto (Parede) 
In Faça-se ouvir - Noticias Magazine (13 de Outubro de 2002)  
http://www.jn.pt


RECICLAGEM -  Ecotaxa para pneus

O preço de venda dos pneus vai sofrer um agravamento para custear a recolha selectiva dos pneus usados,......Os pneus novos vão aumentar 80 cêntimos para os automóveis de passageiros e de 1,44 euros para os comerciais, para financiar a reciclagem selectiva dos pneus. (...)

Quanto à sociedade gestora dos óleos usados, o governante disse que ainda este mês estará terminado o decreto-lei sobre a sociedade e que a Galp Energia mostrou «disponibilidade» para vender ao público os óleos usados.

Citação da TSF, 7.10.2002,  Excerto de Texto recolhido em:
http://tsf.sapo.pt/online/vida/interior.asp?id_artigo=TSF96830


Setembro de  2002
Campeão nacional todo-o-terreno fica sem carta*
(...) A DIRECÇÃO-GERAL de Viação enviou ontem uma notificação ao pentacampeão nacional de motociclismo em todo-o-terreno e «enduro» para entregar a carta de condução às autoridades. Pedro Bianchi Prata, de 28 anos, acumulou 36 contra-ordenações - duas muito graves, 10 graves e 24 leves - e foi considerado «inapto para a condução» pelo Laboratório de Psicologia da Direcção de Viação, onde foi examinado na semana passada. (...)
* Expresso, edição de 14 de Setembro de 2002 
http://semanal.expresso.pt/primeira/artigos/interior.asp?edicao=1559&id_artigo=ES70576

Em directo: Carlos Sousa *
Os portugueses são assim tão maus condutores?
(...)O problema aqui prende-se com o comportamento dos condutores, cujas atitudes demonstram uma enorme falta de civismo e de educação.(...)
* Valentina Marcelino - Expresso, edição de 14 de Setembro de 2002
http://semanal.expresso.pt/pais/artigos/interior.asp?edicao=1559&id_artigo=ES70528

Agosto de  2002
Qualidades da Qualidade *
(...)Mas sobretudo o pastor goza o silêncio. O pastor não atura a televisão, os concursos, os apresentadores, os guinchos dos publicitários, a música pimba e os foguetes que invadem Portugal e o mundo no mês de Agosto. Os sinos electrónicos, a ribaldadria das feiras, de tudo se mantém alheado e puro. Faz a sua dieta mediterrânica, fala com o Ladino, é um ser natural.
Mas ai!, chega-lhe um grupo de jeep. O Ladino desinteressa-se, já sabe que a gente dos jeeps não come, não deita nada fora e não fala alto para não desestabilizar o ecossistema. Se fosse uma daquelas camionetas cheias de velhinhas, carinhosas, conversadoras, com sacos e garrafas, desembrulhando pasteis e um nunca mais acabar de coisas que deitam migalhas e deixam restos, ninguém o segurava. O pastor abre um olho. Mulheres de calções, ele tem dificuldade em aceitar, mas isso é lá com elas. Os homens da expedição saúdam-no de longe, para não incomodar. Cochicham, apontam uns aos outros montes de buxo, cientificamente. Mas o pastor já fisgou o que lhe interessa, mexe-se uma coisa dentro dele, o poder daquele jeep com a grelha agressiva, uma espécie de aparelho nos dentes, senão mordia. É vermelho, é metalizado e faísca ao sol. Tudo nele diz agarrem-me, que eu mato-o! E o pastor vacila, saliva, titubeia (...)

Luísa Costa Gomes, NOTICIAS MAGAZINE, 25 de Agosto de 2002

100 melhores imagens - Os ícones *
Imperial Sand Dunes (Califórinia) - Extracto de foto de Craig Aurness  (Janeiro de 1987)

" Esta fotografia*, (Craig Aurness, Janeiro de 1987), de condutores de todo-o-terreno rodopiando nas Imperial Sand Dunes, na Califórnia, serviu para ilustrar um debate que ainda hoje permanece aberto: as terras bravias deverão ser reservadas para contemplação dos visitantes que provocam um baixo impacte ambiental?

Ou será que os cidadãos com gostos recreativos mais barulhentos e de maior impacte também têm direito a utilizar as terras do domínio publico?" 

* National Geographic - Página 16 (Nationalgeographic.pt/revista/100)

A actual fiscalidade do automóvel, em Portugal...*
"...falar de qualidade do ar nos dias de hoje é falar de fenómenos tão variados como a degradação da camada de ozono na alta atmosfera, a acidificação, a qualidade do ar urbano ou o aquecimento global.
A título ilustrativo detenhamo-nos, no entanto, na questão da poluição provocada pelos transportes rodoviários. Todos sabemos que a evolução da tecnologia tem vindo a permitir uma redução muito eficaz das emissões de poluentes para a atmosfera. O problema das emissões de partículas dos veículos a diesel, no entanto, à excepção de alguns casos pontuais, continua a preocupar face aos impactes conhecidos sobre a saúde humana. Por outro lado, a dificuldade de reduzir as emissões de CO2 coloca o sector dos transportes entre os que verificaram um maior crescimento das emissões de gases com efeito de estufa nos últimos anos.
Face a este cenário, a actual fiscalidade do automóvel, em Portugal, caracteriza-se pela ausência de qualquer lógica ambiental e pela subsistência de um beneficio aos veículos ligeiros diesel, o que é agravado em função do muito competitivo preço actual do gasóleo" 

* José Eduardo Raposo (Técnico de ambiente da EDP), in Revista "AMBIENTE 21"  Nº. 5,   Agosto de 2002 

Má Língua - Tourada *
"Odeio tourada. Não aceito que existam pessoas que vivam à custa do sofrimento dos animais. Apetece-me citar um excerto do conto de Miguel Torga, Miura, do livro Bichos: "Subitamente, abriu-se-lhe sobre o dorso um alçapão, e uma ferroada fina, funda, entrou-lhe na carne viva. Cerrou os dentes, e arqueou-se, num ímpeto. Desgraçadamente não podia nada. O senhor homem sabia bem quando e como fazia. Mas porque razão o espetava daquela maneira?..."

* Ana Brandão (Actriz), em NOTICIAS MAGAZINE 04.AGO.2002

Passeios de burro *
"Passear de burro tem alguns condicionalismos: o turista mais pesado segue a pé e nas raças mais pequenas só mesmo as crianças podem montar, em descidas ou subidas íngremes a progressão faz-se a pé com o burro à arreata...mas dificilmente um burro se perde do seu caminho e, sobretudo, não há outro meio de locomoção que tão facilmente se classifique de... dócil."

Contactos:
1-Parque Natural do Douro Internacional - Associação para a  Protecção do Gado Asinino: PNDI  279340030 / AEPGA 919298500.
2-Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros 249841034
3-Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina:282973207

* Boletim do Instituto de Conservação da Natureza - ICN informação Nr.4 
Soltar a Fera *
"Esta moda dos jipes parece mesmo que veio para ficar. (...) "O engraçado desta história é que, digamos, noventa e muitos por cento dos jipes que por aí circulam nunca viram nem verão estrada que não seja do melhor asfalto. (...) " O problema é que, às vezes, não há paciência para esperar. Deve ter sido o que sucedeu a uns condutores anónimos que, passando por umas lindas zonas relvadas junto aos trilhos do novíssimo metro do Porto (sim, já há metro, aleluia!!!), não resistiram e meteram os jipes para cima do tapete verde, multiplicando-se em "slaloms" e outras piruetas. Conclusão: deram cabo da relva." (...) "Cá para mim, anda tudo tão reprimido, tudo tão farto de pasmaceira, tudo com tal aperto na garganta por não conseguir dar largas à energia que guarda lá no fundo..." 
(...) "Vamos lá, então, a soltar essas feras. Já agora, sem estragar muito a relva, se puder ser... 

* in Jornal Público - Crer para Ver (Soltar a Fera) 
Por JOAQUIM FIDALGO
Quarta-feira, 31 de Julho de 2002 
Texto original completo: 
http://jornal.publico.pt/2002/07/31/EspacoPublico/O03.html

Julho  2002
Pérolas a Porcos 
Linha do metropolitano do Porto, em Matosinhos, já começou a ser vandalizada.  (...)  No caso da linha do metro, os efeitos das investidas automóveis notam-se com particular sublinhado junto à já referida estação da Cruz de Pau, prolongando-se depois, com menor gravidade, até às imediações da paragem de Pedro Hispano (urbanização do Real). Segundo fonte da Metro do Porto, que recebeu queixas narrando o sucedido, os estragos terão sido provocados por veículo todo-o-terreno, desses que estão apenas ao alcance de certa burguesia abastada. Por aqui se pode concluir que o civismo e a falta dele é um problema interclassista e que nem todos os vândalos vestem calças largas e se fazem acompanhar de latas de tinta em spray. Poder-se-ia, claro, tentar explicar aos senhores em causa que aquilo que ali está vandalizado foi pago com dinheiro de todos nós, mas o mais provável é que se rissem de nós, arrotando uma frase definitiva sobre o assunto: "Com o meu dinheiro é que não foi, que eu não pago impostos". 

Por JORGE MARMELO, Domingo, 14 de Julho de 2002  (Jornal Publico-Porto)
Texto completo em http://jornal.publico.pt/2002/07/14/LocalPorto/LPCRONI.html

O BALANÇO
Linha SOS-Ambiente 24 recebe 279 denúncias 
A Linha SOS-Ambiente 24, que entrou em funcionamento a 5 de Julho, recebeu 279 denúncias de crimes ambientais numa semana, mas ainda falta colmatar a lacuna existente entre a data da ocorrência e a aplicação da pena. As denúncias chegam à Inspecção-Geral do Ambiente (IGA), das 9h00 às 18h00, e ao Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente da GNR (SEPNA-GNR), das 18h00 às 9h00, através do número azul (custo de uma chamada local) 800 200 520. O coordenador nacional do SEPNA-GNR, capitão Amado, explicou à agência Lusa que as chamadas recebidas pelo IGA e que justificam o levantamento de auto são comunicadas para o SEPNA-GNR, que, depois de tomar nota da ocorrência, transmite aos organismos competentes, que se encarregam da atribuição de penas ou coimas. Contudo, da ocorrência até à aplicação de penas passa muito tempo, não havendo um retorno imediato para o SEPNA-GNR, que fica sem saber imediatamente o resultado do auto. A deposição ilegal e a queima de resíduos em zonas não autorizadas são os assuntos que lideram as denúncias. Por distritos, destacam-se Lisboa (54), Porto (36) e Setúbal (25). 
Comunicado Lusa,
Domingo, 14 de Julho de 2002  (Jornal Publico - Porto)
Texto Completo em  http://jornal.publico.pt/2002/07/14/Sociedade/SBREVES.html#ST1

Junho  2002
Pelouro do Ambiente distribuiu cerca de 600 vasos
Se fossem notas de cinco euros, talvez não houvesse tanta gente a berrar... Quer dizer, e daí... Facto: dezenas de pessoas aglomeraram-se, ontem, em Miragaia, para receberem novas floreiras, oferecidas pela autarquia. 

Festas com flores
A iniciativa, do pelouro do Ambiente, pretende "aproveitar as festas da cidade", conforme explicou o vereador Rui Sá, e "embelezar a cidade", como definiu Leandro Cardoso, chefe da Divisão de Parques e Jardins da Câmara. 
E porque "o que importa é pôr o Porto bonito" foram distribuídas 600 floreiras. Cerca de 12 homens encarregaram-se de as oferecer. E como são flores, e, ainda por cima, de graça, todos apareceram: a vontade, a mão na cinta, o típico sotaque e alguns dizeres, enfim... tipicamente tripeiros.
E com gargalhada receberam as petúnias, os pelargónios (tipo sardinheiras) e as verbenas. Flores garridas (para chamar o Verão) e "resistentes ao calor", explicou Leandro Cardoso. Flores cheias de volume para enfeitar as nossa varandas de ferro.
** MARIA LEONOR PAIVA, Jornal de Noticias, 13 de Junho de 2002 


Varandim em Miragaia,  TTVerdePT

(Porto, Maio de 2002 - Carlos Gilbert)

Maio  2002
Turismo Ambiental cresce a sul do Sado **
"Marcações de empresas, mais do que particulares, alimentam circuitos em
jipes todo-o-terreno pelos arrozais da Comporta . À margem Norte industrializada, o rio Sado contrapõe a margem Sul, onde alguns desvarios urbanísticos em Tróia ainda não conseguiram destruir a imagem idílica de terras de arroz, de casas de colmo e de gentes simples. 

(...)Com cada vez mais pessoas a procurarem um regresso à natureza, longe das férias e passeios normalizados, iguais em qualquer parte, foram várias as empresas que começaram a explorar este nicho de mercado. E se uns o fazem de mote próprio, em viatura pessoal, outros preferem optar pelos serviços proporcionados por empresas ...., que realizam diversos circuitos na zona, centrados no turismo de natureza e aventura. Em jipes todo-o-terreno, estes circuitos levam os visitantes por entre os arrozais da Comporta. "
(**Paulo Morais in Jornal de Noticias, 13 de Maio de 2002 )

Turismo Ambiental, por Maria de Lurdes Anjo**
"... Portugal participou na conferência (dos Ministros do Ambiente, sobre Biodiversidade e Turismo - 6-04-1997)  e, desde a data da assinatura da declaração, continua a não existir regulamentação sobre as opções do turismo ambiental articulada com politica de ambiente, conservação da natureza e ordenamento do território.
A inexistência de regulamentação tem originado uma conduta negligente ( utilização abusiva de viaturas todo-o-terreno, lixo, corte de plantas, ruído e aproximação indevida a ninhos...) por parte de operadores turísticos e pelos seus próprios clientes, supostamente interessados em preservar os espaços de que usufruem. 
(**Ambiente 21 Nº 3, edição de Abril de 2002) 

Abril 2002
Jornal de Noticias, edição de 14 de  Abril de 2002 - Porto
"O insólito acontece, em Pinheiro de Lafões,
perto de Oliveira de Frades. 

Dois postes de electricidade pemanecem erguidos, no meio de uma estrada que a Câmara Municipal alargou e requalificou, há mais de três meses. 

A autarquia fez os trabalhos de beneficiação daquele troço, que liga Pinheiro Lafões ao Itinerário Principal nº 5 (IP5) e pediu à EDP que removesse as traves eléctricas que, por causa do alargamento, ficaram em plena faixa de rodagem..mas a EDP ainda lá mantem os postes, "firmes e hirtos". 


Resultado: três automobilistas já colidiram, de frente, contra as colunas. 

Março 2002
Jornal de Noticias, edição de 19 de  Março de 2002 - Porto 
"
Câmaras ocultas na floresta" - Autarquia valonguense promete "caça" aos infractores . 

A Câmara de Valongo está a estudar um projecto que visa a colocação de câmaras ocultas nos locais onde habitualmente é lançado lixo e entulho ilegalmente. O objectivo é identificar os prevaricadores, prevenindo a degradação das condições ambientais e da paisagem. (...)
(...) Os serviços daquele pelouro apuraram já que a maioria das empresas que utilizam a floresta de Valongo para depositar os seus resíduos é de fora do concelho. Até da Alitália, da Braun e da Lear já foram encontrados resíduos na mata de Valongo. (...)"

Edição Nº 132, Março de 2002 - Revista Grande Reportagem
"O LIXO NO LIXO -
Já não há lixeiras a céu aberto em Portugal. Em Fevereiro foram encerradas as últimas. Olhando bem, ainda há depósitos de entulho a granel, lixo espalhado pelo chão, pelas ruas e pelos campos. E ainda há muito por fazer. Mas já não ter lixeiras a céu aberto é uma evolução. Dá-nos ares de país civilizado." 
(...) in Grande Reportagem Nº 132

Edição Nº 100,  Fevereiro de 2002 - Revista Todo Terreno (Lisboa)
"Não podemos garantir diamantes aos pobres... -
quem o diz é Francisco Torres, o deputado que desencadeou o processo que levou à revisão do Imposto Automóvel aplicado aos veículos de todo-o-terreno, numa Guerra em nome da "justiça social"...
(...) Para Francisco Torres "...A ideia que se criou que o jipe é um instrumento de liberdade, que quem se senta ao volante e vai para o monte ou para o campo é falsa. O que eu consigo ver é os jipes todos engarrafados nas principais artérias das cidades, totalmente limpos, sem um grão de poeira e que nunca viram mais nada a não ser a cidade." 
(...)in Todo Terreno Nº 100

Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2002  - Jornal de Noticias (Porto)
"
Aldeia de Couce isolada sem estrada ou caminho. Ir trabalhar ou ir à escola é um pesadelo de Verão ou de Inverno. Moradores já só pedem à Câmara de Valongo que espalhe brita "
(...)
Principalmente aos fins-de-semana, veículos de todo-o-terreno, de duas ou quatro rodas, invadem a região, desassossegando os aldeões, sujando transeuntes, carros ou roupas para onde saltem as lamas quase constantes.  No Verão, é o pó a infernizar a vida de Couces, onde os habitantes não podem estender a roupa ou, simplesmente, abrir uma janela.
(...) JN, 18.02.2002

Domingo, 17 de Fevereiro de 2002  - Jornal de Noticias (Porto)
"... Centena e meia de veículos todo-o-terreno participaram, ontem, na sétima edição da "Rota Serra da Esgalhada, em Fornos de Algodres. A organização voltou a pertencer ao "Esgalhada Clube TT" e o evento, que tem contado com o apoio do JN, está integrado no calendário oficial de TT Turístico da Federação Portuguesa de Todo-o-Terreno." 
(...) JN, 17.02.2002

Edição Nº 99,  Janeiro de 2002 - Revista Todo Terreno (Lisboa)
"Sidra com Sabor Amargo" - A Associação Desportiva e Cultural da Santo António da Serra, realizou pelo terceiro ano consecutivo, um passeio  todo-o-terreno, que na presente edição acabou por ser prejudicado pelas restrições impostas pela Direcção Regional das Florestas,
em relação  ao numero de participantes e aos trilhos florestais a percorrer.  Segundo a D.R.F. "os veículos  todo-o-terreno provocam estragos nos caminhos florestais..." 
(...)Todo Terreno Nº 99



 


 




 

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